O estabelecimento de preços mínimos para os fretes foi uma das reivindicações da greve dos caminhoneiros – Tomaz Silva/Agência Brasil

Caminhoneiros de todo Brasil estão insatisfeitos com o não cumprimento das medidas exigidas para o encerramento da greve, em maio deste ano, e se preparam para uma nova manifestação na próxima semana. Está marcado para o dia 12 de setembro um protesto em frente a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), na sede em Brasília. Depois dessa data, caso não haja nova negociação, os caminhoneiros podem paralisar as atividades, novamente.

No Paraná, a União dos Caminhoneiros (UDC) se mostrou favorável às novas manifestações. “A paralisação pode acontecer, sim. O Governo Federal não está cumprindo com a fiscalização do piso mínimo do frete e isso está deixando a categoria irritada. Não me manifestei ainda oficialmente sobre a paralisação, estou acompanhando essa situação. A nova política de preços dos combustível só beneficia os investidores internacionais e prejudica os brasileiros. O Governo não fez nada para mudar isso, uma parte dos caminhoneiros aceitou frete mínimo, mas hoje os empresários ainda não obedecem a lei federal, fazendo isso porque não existe uma fiscalização”, destacou Wanderlei Loureira Alves, representante da UDC no Estado, em entrevista à Banda B, na manhã deste domingo (2).

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