Foragido do PCC vive há mais de 10 anos em mansões de luxo na Bolívia candidatos de direita, Jorge Quiroga, prometeu combater o PCC.

“Aqui os chefões do PCC estão passeando como Pedro em sua casa”, disse. Em espanhol, é como dizer que fazem da Bolívia “a casa da mãe Joana”.

A Polícia Federal do Brasil afirma, em nota, que realiza constante monitoramento de foragidos e que tem tido cooperação com a Bolívia, como no caso da prisão de Tuta.

Mas o jornalista Guider aponta falhas: “Há decisões que vêm do Brasil que ficam congeladas. Não é produto do esquecimento, é produto da corrupção.”

Documentos obtidos pelo Fantástico mostram que, entre 2018 e 2019, o núcleo do PCC ligado a Sérgio movimentou mais de R$ 1 bilhão. Ele foi visto em bares e restaurantes, sem ser incomodado por autoridades brasileiras ou bolivianas.

Em uma foto recente, aparece com dois filhos, a namorada de um deles e a atual companheira. Nenhum deles é investigado. Um souvenir do restaurante onde Sérgio foi visto foi encontrado na casa de um empresário preso por planejar a morte de um promotor brasileiro, segundo o Ministério Público.

O monitoramento de parentes e amigos indo e voltando da Bolívia não foi suficiente para capturá-lo. Mas, em janeiro deste ano, uma foto postada pelo enteado revelou o local onde Sérgio estava: um lago artificial em um empreendimento de alto padrão.

Mesmo figurando na difusão vermelha da Interpol, ele continua livre. Resta saber: até quando?

Fonte: G1

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